quinta-feira, 31 de março de 2011

Os opostos realmente se atraem ?


Sim, mais o que chamamos de diferença vai além dos hábitos, da cor dos olhos e da classe social. Aparentemente são as diferenças genéticas que geram alguma forma de atração.

Uma pesquisa realizada pela geneticista Maria de Graça Bicalho, do Laboratório de Imunogenética da Universidade Federal do Paraná, dá pistas de que a força dos genes pode ser maior do que pensamos na hora de escolher os parceiros. Existe algo chamado Complexo Principal de Histocompatibilidade (conhecido pela sigla MHC), uma região do nosso genoma na qual ficam vários genes que determinam a resposta imunológica do organismo.


Do ponto de vista biológico, seria bom que os indivíduos com MHC bem diferentes ficassem juntos, para melhorar o sistema imunológico. E parece que é bem isso que fazemos. “Comparamos a compatibilidade entre os MHC de 90 casais reais com 300 casais de um grupo de controle formado aleatoriamente. Constatamos que de fato buscamos essa diferença”, diz Maria.





terça-feira, 29 de março de 2011

Porquê gostamos tanto de beijar na boca ?

Porque é bom. Embora seja de ampla aceitação, essa resposta não satisfaz a curiosidade científica. Como beijar, com intenção amorosa, não é uma prática comum para todas as culturas, a explicação para esse hábito não deve estar em nossos genes.

Uma hipótese é que a nossa primeira experiência de conforto, segurança e amor vem das sensações bucais associadas ao aleitamento materno. Somado a isso, nossos ancestrais provavelmente alimentavam seus bebês boca a boca, com alimentos pré-mastigados, o que reforça a conexão entre compartilhamento de saliva e prazer.

O que explicaria porque o beijo é mais usado por algumas culturas estaria na coloração dos lábios. Nossos ancestrais se sentiam mais atraídos pelas frutas vermelhas, e “furtaram” esse elemento com propósitos sexuais, desenvolvendo uma pronunciada coloração vermelha nas genitálias e nos lábios. “Em vez de reinventar a roda, nossos ancestrais usaram a mesma paleta”, afirma V.S. Ramachandran, da Universidade da Califórnia à revista NewScientist. Como os lábios vermelhos se destacam mais em pessoas caucasianas, ele sugere que o hábito de beijar teve início em latitudes mais ao norte.

Quando o assunto é a fisiologia do beijo, pisamos em terreno mais firme. Nossos lábios estão entre as partes mais sensíveis do corpo. São cheios de neurônios ligados aos centros de prazer no cérebro. Há até pesquisadores que cogitam uma ligação entre os beijos e a maneira como investigamos a compatibilidade biológica com um potencial parceiro. Estudos mostram que nos sentimos mais atraídos pelo cheiro do suor de pessoas com o sistema imunológico o mais distante possível do nosso, pois é com elas que iremos produzir bebês saudáveis. E o beijo nos dá uma oportunidade de cheirar isso mais de perto.

segunda-feira, 28 de março de 2011

Casamento é bom pra saúde física e mental, diz pesquisa...


Antes de dizer não ao casamento e viver como um solteiro convicto, saiba que casamentos podem ser bons para a saúde. Uma pesquisa recente mostrou que relacionamentos seguros e duradouros são bons para a saúde mental e física. E mais, os benefícios aumentam com o passar do tempo.
O estudo da Universidade Cardiff (Reino Unido), sugere que os casados vivem mais do que os solteiros em média. Os pesquisadores descobriram que as mulheres, quando casadas, têm melhor saúde mental. Já os homens de aliança têm vantagem física.
Mas nem tudo são flores no mundo dos relacionamentos, o estudo menciona evidências de que relacionamentos na adolescência estão associados com sintomas depressivos. E não ache que todos os relacionamentos sejam bons para a saúde, os pesquisadores também dizem que os solteiros têm melhor saúde mental do que pessoas em relacionamentos tensos.


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Interessantee née? :O
depois postareei aqui a fonte dos meus 2 posts até agora!
HUASHSASA
bastante coisa interessantee, tudo sobre relacionamento, explicados pela ciência !
AAAAAAH...
Que fiquee beeeeeeeeeeeeeeem claro que isso nãao foi uma indireta pro meu namorado (Y)



Cérebro Masculino 'desliga' durante discussão!



A cena é típica. Durante uma discussão de relacionamento, a famosa “DR”, o homem fica mais quieto, aparentemente ouvindo tudo o que a mulher fala. E como fala! Mas o silêncio e a cara de compreensão podem revelar que, na verdade, o homem está pensando em alguma outra coisa. Ou não está pensando em nada!

Uma pesquisa da Universidade do Sul da Califórnia mostrou que, em momentos de estresse, as atividades e interações entre .

as regiões do cérebro ocorrem de maneira diferente em homens e mulheres.

Durante uma discussão, o homem deixa de prestar atenção ao detectar expressões de medo ou raiva no rosto da parceira, reduzindo sua atividade cerebral na região responsável por interpretar o sentimento alheio. Já nas mulheres, o que acontece é o contrário: a sensibilidade aumenta


“Essas são as primeiras descobertas que indicam que as diferenças entre sexos nos efeitos de estresse se estendem a uma das mais básicas transações sociais – processar a expressão facial de alguém”, diz a diretora do Laboratório de Emoção e Cognição da universidade, Mara Mather.

A pesquisa foi realizada monitorando a atividade cerebral de 50 voluntários sob estresse ao se deparar com imagens de rostos com expressões irritadas e aborrecidas. Enquanto os homens reduziram a atividade cerebral, as mulheres aumentaram a coordenação entre regiões do cérebro usadas para interpretar emoções.

Ou seja, quando confrontados com expressões de raiva ou irritação, o cérebro masculino ‘desliga’ e deixa de prestar atenção no que acontece ao redor. Está explicada aquela ‘cara de paisagem’ que ele faz na hora da briga? Deixe seu comentários!


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Então meninaas ;

quando forem ter uma "DR" com seus amados, sejam gentiis, faz cara bunitinha !

Quando ele entender o que você falou, e a mensagem que você quis passar, então, " É JORNALADA NA FUÇA DELE "